segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pai


Por que, em Lucas 9.59, o homem disse que queria enterrar o pai antes de seguir a Jesus? Ele não quis dizer que o pai tinha acabado de morrer, mas que se sentia obrigado a esperar o pai morrer, mesmo que levasse vários anos, provavelmente, para receber a herança. Isso explica sua relutância em seguir Jesus.

Lombos


Qual é o sentido da ordem "Cinge os teus lombos", em Jó 38.3, 40.7 e 1 Pe 1.13? Quando um homem corria, trabalhava ou guerreava, enfiava a túnica por dentro de uma faixa larga que trazia à cintura para que pudesse ter maior liberdade de movimentos. A ordem, portanto, tem o sentido de induzir um estado de alerta e a capacidade de reação rápida.

Herodes


Em Lucas 13,32, Jesus chamou Herodes de raposa porque achava que este era dissimulado e astuto? Não, naqueles dias a raposa era tida como um animal traiçoeiro; assim, Jesus estava insinuando que Herodes era conhecido por sua traição,

Eliseu


Em 2 Reis 2.9, quando Eliseu disse a Elias: "... Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito", será que ele estava pedindo duas vezes mais poder espiritual do que Elias tinha? Não, estava expressando o desejo de ser seu herdeiro, seu sucessor. De acordo com Deuteronômio 21.17, o primogênito de uma família tinha direito de receber em dobro sua parte da herança deixada pelo pai.

Elias e os profetas de Baal.


Por que Elias propôs que o monte Carmelo fosse o local de sua disputa com os 450 profetas de Baal? Os seguidores de Baal acreditavam que este habitasse no monte Carmelo. Portanto, Elias deixou que eles "jogassem em casa". Se Baal não conseguisse fazer cair um raio sobre um sacrifício em seu próprio território, sua fraqueza se tornaria evidente. Outro ponto interessante é que os cananeus viam a Baal como o deus da chuva, dos raios, do fogo e das tempestades. Como até pouco antes desse episódio dramático houvera uma seca de três anos e meio, estava claro que Baal não era capaz de fazer chover. Sua incapacidade também foi demonstrada pelo fato de não conseguir fazer cair fogo do céu sobre o sacrifício.

As dez pragas do Egito



Qual a razão de Deus ter lançado as dez pragas sobre o Egito? Quer dizer, por que ele enviou justamente aquelas pragas em vez de outras? Parece que a resposta está no fato de que eram consideradas polemicas ou atos de contestação da validade dos deuses e deusas egípcios. Com as pragas, Deus estava atacando e expondo a incapacidade e, consequentemente, a falsidade dos deuses e deusas egípcios. O quadro a seguir relaciona os deuses que foram atacados pelas pragas. Essas surtiriam grande efeito entre os egípcios. Por exemplo, eles acreditavam que o rio Nilo era protegido por vários deuses e deusas. Mas, quando Deus o transformou em sangue, ficou evidente a incapacidade desses guardiões de cumprirem o papel que o povo lhes atribuía. Por que o gado haveria de morrer (na quinta praga) se a deusa egípcia Hátor, que tinha cabeça de vaca era a protetora desses animais, e por que o gado morreria na presença do deus-touro egípcio Ápis, que simbolizava a fertilidade? O objetivo dessa praga foi mostrar que Hátor e Ápis eram deuses falsos. A chuva de pedras que destruiu as plan­tações, na sétima praga, mostrou que várias deusas e deuses foram incapazes de controlar as tempestades no céu e evitar a catástrofe no campo. Entre esses estavam Nut, a deusa do céu; Osíris, o deus da boa safra; e Seti, o deus das tempestades. Na décima praga, Isis, que era uma das principais divindades e que se acreditava ser a protetora das crianças, não pôde evitar a morte dos primogênitos de todas as famílias egípcias. O conhecimento desses fatos ajuda-nos muito a entender as pragas.

Jonas e os Ninivitas


 Por que Jonas não queria ir para Nínive? Fontes seculares dão conta de que os ninivitas cometiam atrocidades com seus inimigos. Eles decapitavam os líderes dos povos conquistados e empilhavam as cabeças. Às vezes, colocava numa jaula um chefe capturado e tratavam-no como animal. Era seu costume empalar os prisioneiros, deixando-os agonizar até à morte. Por vezes, esticavam as pernas e os braços do prisioneiro e esfolavam-no ainda vivo. Não é de admirar que Jonas não quisesse pregar uma mensagem de arrependimento aos ninivitas! Ele achava que mereciam ser julgados por suas atrocidades.

Filipenses 3:20


      Por que Paulo mencionou em Filipenses 3.20 a pátria celestial de seus leitores? A cidade de Filipos era uma colônia romana. Os habitantes de Filipos não eram cidadãos romanos, mas o imperador romano Otávio Augusto lhes concedera "direitos itálicos", ou seja, concedera-lhes os mesmos privilégios que teriam se sua terra natal fosse à Itália. Ciente disso, Paulo escreveu a respeito de uma pátria ainda mais nobre para os cristãos de Filipos, que era a pátria celestial. Isso teria um significado todo especial para os primeiros leitores dessa epístola.

Nascimento

A mulher grávida não devia tomar banho quente para evitar o aborto e também não podia comer certas coisas: vegetais verdes, comida salgada e gordura, para não prejudicar o feto. A parteira local fazia o parto, que geralmente acontecia em casa (Ex 1.15-19; Jr 20.14,15). O recém-nascido era lavado e depois passavam sal em sua pele, na crença de que isso iria endurecê-la. A mãe judia pensava que os membros do filho cresceriam retos e firmes se fossem presos com tiras apertadas aos lados corpo com o que chamavam de "faixas". Essas eram bandagens de 100 a 120 mm de largura e cinco ou seis metros de comprimento (veja Ez 16.4; Lc 2.12).

Sal sob os pés

Mateus 5.13. Ao ser recolhido da região do Mar Morto, uma parte do sal era boa para salgar e cozinhar, mas a outra havia perdido o seu sabor. Esse sal, porém, não era jogado fora. Eles o guardavam no templo de Jerusalém e quando as chuvas de inverno tornavam escorregadios os pátios de mármore, o sal era espalhado no chão para reduzir o perigo de quedas. Portanto, o sal que perdeu o sabor é pisado pelos homens.

Óleo de oliva

O óleo de oliva tomou o lugar da manteiga e da gordura para cozinhar, sendo então crucial para a dieta. Ele fazia, portanto, parte da oferta de manjares (Lv 2.1). Era usado como combustível para as lâmpadas (Mt 25.3,4) e quando fervido com soda cáustica formava o sabão. O óleo era usado para esfregar na pele a fim dar-lhe brilho, e para ungir a cabeça para o cabelo brilhar também.
A beleza produzida pelo óleo pode sublinhar o seu uso na vida religiosa, porque os objetos consagrados ao serviço de Deus eram ungidos com óleo. O profeta (1 Rs 19.16), o sacerdote (Lv 8.12) e o rei (1 Sm 16.13; 1 Rs 1.34) eram ungidos com óleo por serem separados, ou consagrados ao serviço de Deus. O uso ritual era tão importante que se considerava ofensa, levando à excomunhão, usar o óleo santo da unção para fins co-muns (Ex 30.3233) e a pessoa que tivesse recebido tal unção devia ser obedecida (1 Sm 24.6). O profeta falava ao povo da parte de Deus, o sacerdote representava o povo diante de Deus e o rei estabelecia a lei de Deus.
O óleo parece ter sido reconhecido como um dom de Deus; a oliveira que cresce num lugar rochoso produzirá abundância de óleo. O óleo é, pois, associado com o dom de Deus e com o derramamento do Espírito feito por Deus. Jesus disse que o Espírito de Deus estava sobre Ele porque o Senhor o havia ungido (Is 61.1; Lc 4.16-21).
Mais doce que o mel Salmos 19:9,10
Quando o menino ia pela primeira vez à escola nos dias do Novo Testamento, ele chegava à sinagoga quando estava ainda escuro para ouvir a história de como Moisés recebera a lei. A seguir era levado à casa do professor para tomar a primeira refeição, onde ganhava bolos com letras da lei escritas neles. Na escola, o menino recebia uma lousa com passagens das Escrituras. A lousa era lambuzada com mel. Ele tinha de traçar as letras através do mel com a pena e era natural lamber a pena enquanto trabalhava. A ideia era que ele iria compreender que a sua ida à escola era para absorver as Escrituras. Essa prática de aprendizado parece ter sido baseada num velho costume ao qual Davi se refere no salmo.

O cajado

 cajado também fazia parte do equipamento do pastor, mas não era uma arma, embora fosse usada como tal ocasionalmente. O cajado tinha cerca de dois metros de comprimento e algumas vezes uma curva na extremidade. Era geralmente usado para ajudar o pastor a andar com maior facilidade nos lugares montanhosos ou difíceis, assim como para guiar as ovelhas. Quando essas passavam por uma entrada apertada, como por exemplo, ao entrarem no redil à noite, eram contadas debaixo da vara ou cajado. Ezequiel usa esse termo para dizer que Deus irá impedir os rebeldes de voltarem às suas casas depois do Exílio. Só os que forem leais a Ele passarão pela vara (Ez 20.37,38). Essa era também usada para marcar as ovelhas. A ponta era mergulhada em tinta, e quando as ovelhas passavam por sob a vara, cada décima era marcada e dada a Deus como dízimo (Lv 27.31-33).

A Funda

O pastor usava como armas um bastão pesado e uma funda. O bastão é referido no Salmo 23.4 como "cajado", mas era uma arma pesada, e pedras de pederneira (mais tarde pregos) eram muitas vezes incrustadas na extremidade "funcional" para torná-la mais eficaz. A funda era composta de uma tira larga de couro que podia segurar com firmeza uma pedra de cerca de 40mm de diâmetro. A tira era presa a duas cordinhas feitas de tendões, corda ou couro de cerca de 60cm de comprimento. A pedra era colocada na bolsinha e a funda girada, de modo que a pedra não se desprendia por causa da força centrífuga. Quando um dos cordões era afrouxado, a pedra saltava com força tremenda. Nas mãos de um pastor que tivesse tempo para praticar, a funda podia ser usada com grande precisão. Ela era também usada para controlar as ovelhas. Uma pedra bem colocada, caindo à frente da ovelha desgarrada do rebanho, o fazia voltar. Quando a ovelha ficava cansada ou doente, o pastor a carregava nos ombros (Lc 15.5) e quando se perdia ele ia à procura dela (SI 119.176; Is 53.6; Lc 15.3-6).

Sepultamento

O enterro tinha de ser feito rapidamente porque o clima quente levava à rápida decomposição. Todavia, um enterro nunca era feito num sábado ou dia santo (Jo 11.39; 19.31). O corpo era geralmente lavado, envolto frouxamente num lençol de linho e levado ao túmulo numa padiola de madeira (Lc 7.14, onde a padiola ou esquife foi usado para um homem doente). O enterro tinha lugar numa caverna natural ou artificial (sepulcro) (Gn 49.29-32; Jz 8.32). As cavernas naturais eram alargadas e providas de nichos ou prateleiras, onde os corpos podiam ser colocados para descansar. Por haver um número limitado de cavernas, quando os corpos se decompunham os ossos eram removidos e colocados em recipientes de pedra chamados ossuários. Esses recipientes eram guardados num canto e os nichos ficavam disponíveis para novos sepultamentos. A entrada da caverna era fechada com uma pedra em forma de disco que corria numa canaleta inclinada na frente da caverna, ou com uma pedra que se encaixava no orifício de acesso. De qualquer modo, era extremamente difícil remover a pedra depois de colocada. As cavernas e sepulcros eram pintados de branco como uma advertência para os vivos de que os mortos estavam ali (Mt 23.27). A pessoa viva nem sempre podia adorar a Deus depois de ter tido contato com um morto.
Uma outra alternativa era fazer o funeral, colocando a padiola no chão e cercando o cadáver com pedras grandes, de cerca de 55cm de diâmetro cada, formando um oblongo irregular. O corpo era então coberto com terra e as pedras serviam de marco para a sepultura. (Sepultamentos assim não eram comuns em vista do solo ser muito duro.) Os cemitérios mais simples ficavam sempre fora da cidade ou povoado (Lc 7.12). Só a realeza era enterrada dentro da cidade (1 Rs 2.10).Em alguns casos excepcionais, o corpo era coberto de ervas aromáticas e uma pasta especial, atadas ao corpo por camadas de "bandagens" brancas. A pasta endurecia impregnava as ataduras, até que um molde ou casulo duro se formasse ao redor do cadáver para conservá-lo. Um barrete era frequentemente colocado na cabeça e o queixo mantido no lugar por meio de uma faixa amarrada sob ele. Dois homens ricos fizeram isso para Jesus depois do sepultamento no lençol simples (Jo 19.40). No caso de Lázaro, suas mãos e pés parecem ter sido amarrados juntos antes que ele fosse coberto com o lençol. O queixo estava amarrado com uma faixa (Jo 11.44). No Egito se praticava o embalsamamento correto: os órgãos internos eram removidos, o corpo enchido com pasta e os órgãos guardados num frasco (veja Gn 50.2,26). Em Israel havia uma refeição fúnebre depois do enterro para concluir o período de luto (Jr 16.7), no geral durando uma semana ou mais (Dt 34.8).A mulher que sobrevivia do marido ficava em posição bem difícil. Ela não tinha direito à herança dele. Podia permanecer na família do marido se o parente mais próximo se casasse com ela. No geral a viúva ficava sem sustento financeiro. A lei dizia, portanto, que as viúvas tinham de ser protegidas (Dt 10.18; 24.17-21). Na primeira igreja, dinheiro era posto de lado para cuidar das viúvas (At 6.1), porque na sociedade daquela época, a prostituição era quase o único meio das mulheres obterem dinheiro para viver. Paulo esperava que as viúvas fossem sustentadas por suas famílias (1 Tm 5.3,4,8). A igreja local devia colocar numa lista de caridade os nomes das viúvas cujas vidas haviam sido boas e que tivessem mais de 60 anos (1 Tm 5.9-11

O copo d'água


Marcos 9.41. Uma das primeiras coisas feitas para o convidado era dar-lhe um copo de água fresca para beber. Isso representava um penhor de amizade (Eliezer, servo de Abraão, ficou à espera do oferecimento de um copo d’água para indicar que teria boa acolhida Gn 24.17,18). Quando Jesus disse: "Porquanto qualquer que vos der a beber um copo d'águas em meu nome, porque sois discípulos de Cristo", Ele estava afirmando que se empenharmos nossa amizade a alguém por causa de Cristo, não perderemos o nosso galardão.

Remoção dos sapatos


Êxodo 3.5. Quando alguém entrava numa casa, era costume tirar os sapatos, porque de outro modo o pó das ruas e caminhos não pavimentados iria contaminar a casa. Se o assoalho era coberto por tapetes, estes ficariam arruinados. A remoção dos sapatos era, portanto, marca de consideração e respeito e, desde que não se pode mostrar menos respeito a Deus, tirar os sapatos era um sinal de respeito para com Ele. Essa prática continua nos lugares de adoração muçulmanos na sociedade contemporânea.

O buraco da agulha


Mateus 19.24; 23.24, Muitas histórias foram contadas para indicar que o "fundo de uma agulha" é uma pequena porta traseira que era aberta à noite quando o portão da cidade já se encontrava fechado, e que um camelo podia passar por ela desde que estivesse completamente descarregado. Essa é uma história interessante, mas falsa em termos bíblicos. O buraco da agulha é uma agulha de cirurgião. Tanto em Mateus 19 como em Mateus 23. O ponto era que o camelo representava o maior animal familiar às pessoas da época. Jesus usou o termo da mesma forma que usaríamos a palavra elefante para indicar a maior criatura em nossa experiência. Jesus pode ter usado também o camelo como uma ilustração por tratar-se de um animal ritualmente impuro.

O jugo de Jesus


Mateus 11.28, Supõe-se geralmente que Jesus falava nesse ponto sobre o jugo que prendia juntos os animais quando puxavam o arado ou uma carga. Porém, Ele estava se referindo a um pedaço de madeira colocado sobre os ombros, de modo a pendurar cargas nele. O dispositivo era semelhante ao usado pelas leiteiras de antanho quando carregavam dois baldes. A referência em Mateus 11 é a um carregador. Esse era frequentemente solicitado a carregar cargas impossíveis para um ser humano, mas quando lhe davam um jugo a tarefa se tornava bem mais fácil. Jesus não diz que vai tirar os nossos fardos, mas que nos dará os meios para carregá-los, de modo que não fiquem pesados demais para nós.

O natal:


Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), e adaptado pela Igreja Católica no terceiro século d.C., para permitir a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano, passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.
Como os primeiros cristãos comemoravam esse feriado, a Igreja decidiu transformar tal cerimônia pagã numa festa cristã. Assim, o dia 25 de dezembro passou a representar o dia do nascimento de Cristo. No Oriente, o nascimento foi inicialmente celebrado em 6 de janeiro, data que estava associada à Estrela de Belém. Tal comemoração tinha como objetivo substituir a cerimônia pagã que em 6 de janeiro se comemorava no tempo de Kore em Alexandria e em algumas regiões da Arábia, quando se celebrava Kore, a virgem, que deu à luz Aion.

O Natal é o centro dos feriados de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal que dura doze dias.
Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.
Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico do Natal é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.
Os primeiros indícios da comemoração de uma festa cristã litúrgica do nascimento de Jesus em 25 de dezembro é a partir do Cronógrafo de 354. Essa comemoração começou em Roma, enquanto no cristianismo oriental o nascimento de Jesus já era celebrado em conexão com a Epifania, em 6 de janeiro. A comemoração em 25 de dezembro foi importada para o oriente mais tarde: em Antioquia por João Crisóstomo, no final do século IV, provavelmente, em 388, e em Alexandria somente no século seguinte Mesmo no ocidente, a celebração da natividade de Jesus em 6 de janeiro parece ter continuado até depois de 380.
No ano 350, o Papa Júlio I levou a efeito uma investigação pormenorizada e proclamou o dia 25 de Dezembro como data oficial e o Imperador Justiniano, em 529, declarou-o feriado nacional.
Muitos costumes populares associados ao Natal desenvolveram-se de forma independente da comemoração do nascimento de Jesus, com certos elementos de origens em festivais pré-cristãos que eram celebradas em torno do solstício de inverno pelas populações pagãs que foram mais tarde convertidas ao cristianismo. Estes elementos, incluindo o madeiros, do festival Yule, e a troca presentes, da Saturnalia, tornaram-se sincretizados ao Natal ao longo dos séculos. A atmosfera prevalecente do Natal também tem evoluído continuamente desde o início do feriado, o que foi desde um estado carnavalesco na Idade Média, a um feriado orientado para a família e centrado nas crianças, introduzido na Reforma do século XIX.
Além disso, a celebração do Natal foi proibida em mais de uma ocasião, dentro da cristandade protestante, devido a preocupações de que a data é muito pagã ou anti-bíblica.
O Natal não se encontrava entre as primitivas festividades cristãs. Irineu e Tertuliano não o mencionam nas suas listas de festas. De fato, a primeira evidência da festa procede do Egito. A primeira vez que existe referência direta à observância do Natal, entre os cristãos, acontece no pontificado de Libério (352-366).
A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus Cristo nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. Sendo assim, não era um mês propício aos pastores ficarem nos campos passando frio e cuidando de ovelhas. Entretanto, o evangelista Lucas afirma que havia pastores vivendo ao ar livre e mantendo vigias sobre os rebanhos à noite perto do local onde Jesus nasceu. Eles foram avisados no evento chamado de Anunciação aos pastores.
Se vc ler atentamente o cap.2:1 a 7 do evangelho de lucas, verá que saiu um decreto de César Augusto para que todos os Judeus se alistassem para o censo, decreto esse feito na época em que Cirênio ainda era rei da Síria, esse alistamento por decreto seria feito sempre entre abril e março, portanto seria impossível Jesus ter nascido em dezembro, pois Ele nasceu durante o período de alistamento de Jose para o censo. sem contar que naquela época o calendário judaico só tinha sete meses, portanto para eles dezembro nem existia. Diversas fontes.